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Aeroporto potiguar espera outros negócios
Martes, 02/08/2016
A partir do fluxo regular de cargas do HUB dos Correios, a expectativa é que ocorra o incremento da malha aérea e fluxo de passageiros no aeroporto, que registrou queda no primeiro semestre.


“Esses investimentos trazem incrementos  em várias frentes: malha aérea, fluxo de passageiros, a  atividade comercial é retroalimentada e deve atrair novos negócios. Este é só a primeira parceria que fechamos”, afirma o presidente doConsórcio  Inframérica,  Daniel Ketchibachian. Ele disse que está em conversa com investidores sobre outros projetos para o aeroporto, como o de instalação de hoteis e restaurantes no entorno do terminal.

“É importante dizer que estamos há dois anos e há outros 28 anos para trabalhar e que investimentos demandam tempo. Este [HUB dos Correios] levou mais de um ano. Estamos conversando sobre os outros, mas ainda não há nada fechado”, disse. “Diferente dos demais aeroportos, não temos limitantes para expansão e outros projetos  poderão se instalar aqui", acrescenta.

Após um primeiro semestre de queda em 13% no fluxo de passageiros, a projeção é que os próximos seis meses sejam também de “baixa” com  retomada de crescimento a partir de 2017 na movimentação do Aeroporto. O desempenho está dentro da média nacional, que também sofreu essa redução, segundo o presidente da Inframérica.

“Estamos confiantes que no início do ano que vem voltaremos a crescer no patamar de 2015, junto com a economia. O importante para o aeroporto de Natal é que continuemos trazendo investimentos e operando, para ampliar”, afirma Ketchibachian. Ele nega haver intenção de redução do horário de funcionamento do aeroporto, como rumores apontaram que poderia ocorrer em razão do movimento enfraquecido.

O Centro Internacional dos Correios no Rio Grande do Norte será construído pelo Inframérica, que administra o aeroporto, e alugado aos Correios por tempo máximo de 20 anos. A assinatura da carta de intenções, na tarde de ontem, habilita a Inframérica a prospectar os recursos necessários à implementação do empreendimento. “Com isso podemos começar a buscar investidores, ou mesmo em bancos, para ter o total de recursos. Geralmente, não é feito só com recursos próprios”, explica o presidente do Inframérica.

Fuente: www.tribunadonorte.com.br